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Campanha limitada ao stock existente. Campanha não acumulável com outras campanhas em vigor. Campanha válida até dia 31/12/2020 às 11h59

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ENVIAMOS PARA O MUNDO TODO

Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”.

badgerobertparker

Informação adicional

Peso 1200 g
Dimensões (C x L x A) 10 × 10 × 36 cm
Castas:

Tinta Amarela Touriga Franca, Touriga Nacional, Sousão, outras (20 castas autóctones)

Teor Alcoólico:

14.50%

Produtor:

Alves de Sousa

Temperatura:

16º-18ºC

Acidez:

4.9

PH:

3.68

Sulfitos:

Sim

Vinificação:

Desengace total
9 dias de fermentação a 20-22ºC
10 dias maceração

Ideal para Acompanhar:

Carnes vermalhas e maturadas

Estágio:

18 Meses em barricas novas de carvalho francês e português.

Ano:

2015

Produtor

A produção de vinhos é uma tradição familiar para Domingos Alves de Sousa: o seu pai (Edmundo Alves de Sousa) e avô (Domingos Alves de Sousa) tinham já sido vitivinicultores do Douro. Mas Domingos Alves de Sousa abraçou a princípio um outra carreira. Tendo-se licenciado em Engenharia Civil, não resitiu porém ao duplo apelo (da terra e do sangue), e abandonou a sua actividade em 1987 para se dedicar em exclusivo à exploração das quintas que lhe couberam em herança e a outras que posteriormente adquiriu, nas quais tem vindo a executar um trabalho modelar de emparcelamento e de reestruturação das vinhas. A evolução da sua actividade vitivinícola reveste-se de aspectos interessantes, quase paradigmáticos e merece um pouco de história.

Durante muito tempo foi fornecedor das conhecidas e prestigiadas companhias Casa Ferreirinha e Sociedade dos Vinhos Borges. Mas os problemas que afectaram o sector nos finais da década de 80, que tiveram como consequência um aumento exagerado dos custos de produção, e em especial a catastrófica colheita de 1988, levaram-no a questionar a rentabilidade das suas explorações.E foi esse questionar o ponto de viragem.Tal como muitos outros viticultores durienses, afectados pela recessão em que a Região Demarcada se debatia, voltou-se para a valorização das “sobras” do Vinho do Porto, ou seja, o vinho de pasto do Douro, até então tradicionalmente subalternizado em relação ao vinho generoso.

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